
A greve que foi iniciada no sábado (01), já tem 90% de adesão no Paraná e Santa Catarina, nesta segunda-feira (3), segundo um balanço do sindicato dos petroleiros.
A paralização se deu inicio depois da demissão em massa de trabalhadores na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados do Paraná (Fafen), localizada em Araucária, Região Metropolitana de Curitiba.
Os petroleiros cobram a suspensão das demissões na Fafen, prevista para começar no dia 14 de fevereiro. De acordo com sindicato as demissões devem afetar mais de mil famílias. Já a Petrobras afirma que o número não passa de 350.
O movimento é de apoio aos trabalhadores, para que isso não volte a acontecer. A greve seguira por tempo indeterminado, até que a Petrobrás suspenda as demissões.
Além disso, os trabalhadores a volta de um processo de negociação com a empresa, acusada pelos trabalhadores de descumprir itens do Acordo Coletivo de Trabalho, com suspensão imediata das medidas unilaterais tomadas pela direção.
Em nota, a Petrobrás afirmou que a “intenção de greve não atende aos requisitos legais”, mas não se manifestou sobre as proporções da paralisação. Segundo a empresa, todos os compromissos assumidos na negociação do Acordo Coletivo de Trabalho 2019-2020 vêm sendo integralmente cumpridos. A empresa “considera descabido o movimento grevista”









