
Em luto pela educação, neste 7 de setembro, estudantes e professores protestaram contra os cortes e também contra as queimadas na Amazônia. Em Curitiba, ato aconteceu no período da tarde, na Praça Santos Andrade, em frente ao prédio histórico da Universidade Federal do Paraná (UFPR).
Para a professora aposentada, Maria Teresa Cunha, a sociedade precisa se manifestar e se posicionar. “O luto é pela Amazônia, pela educação e pelos direitos humanos. Sou a favor de novas eleições. Não tem o que consertar em cima desses oito meses”, disse.
Sobre o como esses cortes podem afetar o desenvolvimento do país, já que 84 mil bolsas destinadas a pesquisas foram extinguidas, a professora fala da gravidade da situação. “A nível filosófico e científico, é grave. O que será do Brasil daqui cinco anos sem essas pesquisas”, questionou.
A estudante de engenharia mecânica, Milena Borges, de 24 anos, conta está em todas as manifestações. “Não adianta ficar em casa vendo tudo que está acontecendo e não fazer nada. Somos jovens, mas precisamos mostrar a nossa força e que estamos incomodados com a situação. Venho em todos os protestos e sinto que não estou sozinha nisso”, disse.
Aproximadamente 100 cidades confirmaram manifestações contra os cortes na educação superior pública e queimadas na Amazônia.










