
A Polícia Penal do Paraná (PPPR) realizou nesta sexta-feira (30) uma ampla operação tática coordenada com foco nos canteiros de trabalho externo ligados ao Centro de Regime Semiaberto da Lapa (CRSL). A mobilização envolveu diversas frentes estratégicas e contou com a supervisão direta da Coordenação Regional da Polícia Penal baseada em Ponta Grossa.
Para garantir a eficácia da ação nos locais de atividade laboral dos detentos, a Secretaria de Estado da Segurança Pública mobilizou efetivos altamente especializados. Entre as equipes presentes na operação estavam o Setor de Operações Especiais (SOE) de Piraquara e o Setor de Operações com Cães (K9), além do apoio de unidades táticas e operacionais locais, como a Seção de Operações Táticas (SOT).
Integração e rigor na fiscalização do sistema prisional
O planejamento estratégico da intervenção foi estruturado para abranger pontos sensíveis onde os apenados cumprem pena em regime semiaberto exercendo atividades laborais externas. De acordo com o coordenador regional da PPPR em Ponta Grossa, William Ribas, a presença ostensiva e integrada de forças de segurança é fundamental para a preservação da ordem pública e interna.
“Operações desta magnitude asseguram o rigor na fiscalização e reforçam o controle sobre os apenados inseridos em atividades laborais, garantindo a ordem e a eficácia das diretrizes de segurança do sistema prisional”, destacou William Ribas durante o andamento dos trabalhos na região.
Uso de inteligência e suporte aéreo
Além do efetivo terrestre e das equipes com cães farejadores, a operação no Centro de Regime Semiaberto da Lapa (CRSL) contou com recursos tecnológicos avançados e apoio logístico especializado. A Agência de Inteligência (AGIN) forneceu dados cruciais para direcionar as equipes às áreas prioritárias, enquanto a Divisão de Operações Aéreas (DOA) garantiu a cobertura e o monitoramento aéreo da região.
O emprego coordenado de inteligência e patrulhamento aéreo tem como principais objetivos coibir a entrada de materiais ilícitos, entorpecentes ou aparelhos celulares nos locais de prestação de serviço, além de resguardar a integridade física dos servidores públicos e colaboradores que atuam diariamente na fiscalização e suporte ao sistema prisional paranaense.
Fonte:: policiapenal.pr.gov.br










