

Dr Pierre Fonseca da Costa – CRM 27.071 – Otorrinolaringologia Adulto e Infantil – Clinica São Vicente
O surgimento do famoso “nariz entupido” acaba sendo comum nessa época do ano, já que enfrentamos temperaturas mais baixas e ar muito seco, ambiente perfeito para essa condição.
Automaticamente, é normal que as pessoas aumentem o uso indiscriminado dos descongestionantes nasais, que, apesar de ser um medicamento benigno, seu uso exagerado e permanente pode ser prejudicial à saúde.
Mas como os descongestionantes nasais agem no nosso organismo? Primeiramente, quando algo estranho entra em contato com a mucosa do nariz e irrita a região, os vasos sanguíneos se dilatam, o volume de sangue aumenta e os cornetos incham.
O remédio, por conter substâncias vasoconstritoras, faz com que os vasos do nariz se contraiam, diminuindo o fluxo de sangue e o edema, produzindo RAPIDAMENTE uma sensação de alívio na região.
Porém, depois de algum tempo de uso o nosso corpo se acostuma com as substâncias do remédio e o efeito do produto tende a diminuir, o que leva a pessoa a aumentar o uso do descongestionante, provocando um vício.
Também podem trazer outros efeitos colaterais como:
✔️ taquicardia;
✔️ hipertensão;
✔️ cefaleia;
✔️ agitação;
✔️ surgimento de arritmias.
O uso desses medicamentos é indicado por no máximo 5 dias em casos de resfriado e/ou rinossinusite. Algumas alternativas de tratamento podem ser adotadas no alívio dos sintomas, como o uso do soro fisiológico associado ou não aos corticoides nasais.
Em caso de dúvida procure um especialista.

CRM 27.071 – Cooperado UNIMED
Otorrinolaringologia Adulto e Infantil









