
As decisões que o judiciário toma podem alcançar várias esferas e envolvem desde situações corriqueiras até outras mais específicas, que podem ganhar um final inusitado. Um juiz de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, chamou atenção no começo deste mês ao escrever um poema em uma sentença, após se deparar com um processo que pedia uma homenagem ao poeta Manoel de Barros.
O processo que chegou ao juiz David de Oliveira Gomes Filho, da Vara de Direitos Coletivos, sugeria a colocação de uma estátua do poeta em um bem já tombado como patrimônio histórico e cultural da cidade. O magistrado decidiu pela escolha de outro espaço mais adequado para a homenagem e aproveitou para demonstrar admiração pelo trabalho do escritor e também pela poesia de modo geral, escrevendo uma paródia do poema “E agora, José?”, de Drummond, na própria sentença. Confira a sentença na íntegra pelo PDF em anexo.
(Colaboração Michelli Gomes para Araucária no Ar)










