
Desde 10 de fevereiro de 2022, o Internacional Marítima realiza o serviço de travessia de balsa, em Guaratuba, no litoral do Paraná. De lá para cá, o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Marítimos e Fluviais e Empregados Terrestres de Empresas Aquaviárias, Agenciadoras Marítimas e Atividades afins no Paraná (Setta-Par) tem acompanhado as condições dos trabalhadores.
De acordo com o vice-presidente do Setta-Par, Patrick Couto, desde o início da operação da Internacional Marítima, o sindicato tem tentado se reunir com a diretoria da empresa para dar início às primeiras tratativas para um Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), porém, sem sucesso. Além da entidade sindical, ele conta que os cerca de 150 funcionários também estão se sentindo desrespeitados.
“Os trabalhadores estão indignados com a falta de respeito e, há semanas, estão discutindo uma greve. A ideia deles era realizar a paralisação no feriado de 7 de setembro. No entanto, o sindicato conversou com os trabalhadores e esclareceu que, para se fazer uma greve legal, existem critérios a serem seguidos”, explica Patrick.
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