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Mpox no Brasil: casos confirmados, sintomas e o que é importante saber

Doença viral voltou a ser registrada no país e autoridades reforçam vigilância e cuidados.

A mpox, doença viral também conhecida como varíola dos macacos continua a ser monitorada no Brasil. Neste início de 2026, estados como Porto Alegre confirmaram casos da doença, indicando que o vírus ainda circula entre a população. Autoridades de saúde informaram, por exemplo, o confirmação de novo caso na capital gaúcha neste ano, após registros anteriores em 2025, quando Porto Alegre somou 11 casos.

Informações recentes apontam que pelo menos três casos de mpox foram confirmados no Brasil em 2026, com dois em São Paulo e um em Porto Alegre, reacendendo a atenção das equipes de saúde às possíveis transmissões no país.

O que é mpox e como se transmite

A mpox é causada por um vírus da família Poxviridae e se manifesta com sintomas como:

  • febre e mal-estar;
  • dores musculares;
  • inchaço dos gânglios;
  • erupções na pele que evoluem para bolhas e crostas.

A transmissão entre pessoas ocorre principalmente por contato direto com lesões, fluidos corporais ou objetos contaminados e também pode acontecer por meio de secreções respiratórias em situações de contato próximo. A OMS considera o risco geral baixo, mas alerta para vigilância contínua.

Casos no Brasil

O cenário epidemiológico apresenta variações ao longo dos anos. Em 2024 o país registrou milhares de casos confirmados e prováveis após o surto global de 2022, com concentração em estados como São Paulo e Rio de Janeiro, e nenhum óbito recente ligado à doença.

Até o momento em 2026, os casos confirmados são ainda isolados, mas demonstram que a circulação do vírus continua presente no país, reforçando a necessidade de diagnóstico precoce, vigilância e medidas preventivas por parte das autoridades de saúde.

Quando procurar atendimento

Especialistas recomendam buscar atendimento médico imediato ao surgir lesões na pele associadas a febre ou sintomas gripais, pois o diagnóstico precoce ajuda a evitar a transmissão e orienta o tratamento adequado.

A vigilância epidemiológica no Brasil segue ativa, com monitoramento e investigação de casos suspeitos por meio de órgãos como os serviços de saúde estaduais e municipal.

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