
O laudo elaborado pelo Laboratório Papiloscópico do Instituto de Identificação do Paraná não encontrou digitais do jornalista Andrei Francisquini na arma que policiais militares dizem ter sido encontrada com o rapaz, morto durante uma perseguição policial que terminou na Praça Espanha, em Curitiba.
A perseguição aconteceu na madrugada de 12 de maio, após Andrei tentar fugir de uma abordagem policial na Rua Vicente Machado. O carro foi atingido por 16 tiros.
“Realizada a perícia, não foi revelado nenhum fragmento de impressão papilar”, apontou o laudo do Instituto de Identificação do Paraná.
Os policiais que realizaram a abordagem informaram que teria havido um suposto confronto, pois Andrei estaria armado com uma pistola 9 mm. O laudo da Identificação, porém, deu negativo já que não foram encontradas impressões digitais da vítima na arma.
O advogado da família de Andrei reforçou ao Jornal Tribuna do Vale, que a arma foi plantada no colo do jornalista para indicar que teria havido enfrentamento.
Defesa policiais
Ao Portal G1/PR, a defesa dos policiais militares afirma que, como o laudo não encontrou impressões digitais, não pode ser utilizada como prova, já que a arma foi tocada por policiais.
A Polícia Militar informou que “todos os fatos e informações relacionadas ao caso estão sendo apurados pelo encarregado do Inquérito Policial Militar (IPM), o qual está em andamento. A PM reforça que busca o esclarecimento dos fatos e não emite juízo de valor durante a apuração para não influenciar no andamento do procedimento”.
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