Esportes

Torcida poderá se despedir do ídolo Sicupira que está sendo velado na Arena da Baixada

A despedida de Barcímio Sicupira será no local onde o ídolo do Athletico aprendeu a ser reverenciado. O velório do ex-jogador acontece nesta segunda-feira. O público estará liberado para acessar o local até às 16h para o publico se despedir do ídolo. A entrada dos torcedores acontece pelo portão A da Arena da Baixada, na rua Buenos Aires.

– Disponibilizamos o estádio à família de Sicupira, para que todos possam homenagear o maior artilheiro da nossa história – escreveu o Athletico em sua conta no Twitter.

O ex-jogador Sicupira, um dos maiores ídolos da história do Athletico, faleceu na tarde deste domingo, em Curitiba. A causa da morte foi por complicações pulmonares. Sicupira morreu dormindo em sua casa.

Aos 77 anos, o ex-atleta e comentarista esportivo passou por um procedimento no pulmão no mês passado. Pela situação frágil, teve que voltar ao hospital duas vezes nas últimas semanas. Sicupira havia voltado pra casa há poucos dias.

Relembre a carreira e a vida de Sicupira

Ninguém fez tantos gols pelo Athletico quanto Barcímio Sicupira Júnior. O meio-campista defendeu a camisa do Furacão entre 1968 e 1976 e fez 158 gols.

Nascido em 1944, na Lapa (cerca de 70 quilômetros de Curitiba), Sicupira viveu seus primeiros dias em Curitiba como frequentador da Baixada, mas iniciou sua carreira profissional no rival Ferroviário, por influência do pai, e jogou com lendas do futebol como Garrincha no Botafogo antes de voltar para Curitiba.

Após defender Botafogo e Botafogo-SP, o meia retornou a Curitiba em 1968, e por pouco não acabou no Coritiba. Mas a intervenção de um dirigente fez com que o craque vestisse a camisa do Athletico para, a partir de então, escrever um grande capítulo da história do clube.https://tpc.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html

O mito de Sicupira não poderia ter começado melhor. Em sua estreia pelo Furacão, no dia 2 de setembro de 1968, enfrentou o São Paulo na Vila Capanema, marcando um gol de bicicleta no empate em 1 a 1.

Pelo Athletico, levantou a taça do Paranaense de 1970, além de ter sido o artilheiro máximo nas edições de 1970 e 1972. Como não poderia ser diferente, parte dessa história foi contada dentro da Baixada e, até o ano de 1976, ele foi construindo a lenda do grande matador.

A aposentadoria dos gramados veio cedo, com apenas 31 anos de idade, por conta das dificuldades e faltas de pagamento. Formado em Educação Física, após pendurar as chuteiras, passou a atuar como professor e chegou a treinar o Athletico. Trabalhou como comentarista esportivo e sempre primou pela imparcialidade, desprezando a postura cronista-torcedor.

Redação com G1

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Ivone Souza - Redação

Ivone Souza é jornalista graduada pelo Centro Universitário Internacional Uninter. Foi repórter e produtora de conteúdos do Portal Mediação, redatora do site Uninter Notícias, escritora e cronista. Curte teatro, uma boa leitura e é apaixonada por viagens e fotografia.

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